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domingo, 21 de agosto de 2011

SANTIFICAÇAO


Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Hebreus 12:14.Para o Autor da Carta aos Hebreus, a santidade é o caminho para ver a Deus: “Esforçai-vos para viver em paz com todos e para serem santos. Sem santidade, ninguém verá a Deus” (Hebreus 12:14).

O Senhor nos instrui: “Sede santos, porque Eu sou santo”. Quando aplicada ao Senhor, a qualidade da santidade nada tem a ver com despir-se de pecado. O Senhor é íntegro, é autêntico, é completamente coerente com Sua natureza. Porque o Senhor é santo. Ele é “o mesmo ontem, hoje e para sempre”.

O Autor de Hebreus nos diz que o caminho para “ver o Senhor” é o exercício da santificação. A santidade abre os nossos olhos: a cegueira do pecado nos impede a percepção do Senhor. A santidade produz sensibilidade espiritual: é ela que nos permite “ter a mente de Cristo”.

A santidade nos habilita a ter a matéria-prima do amor: porque “Deus é amor”. A santidade não nos humilha, nem nos diminui. Porque ela nos capacita a “ver a Deus”, a santificação nos permite viver com a “alegria da nossa salvação”.

COM AMOR, JESUS CRISTO!

OH E AGORA

 Óh, e agora quem poderá me defender?

Na minha infância e adolescência gostava muito de assistir a uma série de TV que era pura comédia, nesta um herói meio desastrado chamado Chapolin Colorado aparecia para salvar pessoas em apuros quando essas pessoas gritavam de forma muito engraçada tentando simular pânico, mas conseguindo apenas fazer daquele momento uma grande piada.

Para a minha mente infantil era muito legal quando ouvia a vítima gritar: __ Oh! E agora, quem poderá me defender?! E então aparecia o Chapolin e gritava numa fala teatral armada para parecer mal ensaiada: __ Eu!!! O Chapolin Colorado!!!

Lembro-me do sentimento de alegria infantil por ver que havia uma resposta simples para a pergunta: E AGORA QUEM PODERÁ ME DEFENDER?

E o salmo 91 responde: "É Ele quem o livrará do laço do caçador e do veneno mortal, é Ele quem o cobrirá com as suas penas, e debaixo das asas d'Ele você encontrará refúgio. É a fidelidade dele que será o seu escudo protetor"

Quando o texto diz que é Ele que te livrará está dizendo que não é você que conseguirá se livrar sozinho mesmo que depois de estar livre você pense que se livrou por suas próprias forcas ou inteligência ou por qualquer outra ferramenta humana.

Este texto usa três figuras de linguagem para comunicar essa idéia de que nosso socorro só pode vir do Deus altíssimo e nunca de nós mesmos.

A primeira figura é a figura de um pássaro que caiu na arapuca do caçador e não consegue sair dali a menos que muito maior e muito mais poderoso que ele resolva levantar o peso da arapuca e livrá-lo da morte certa. Pense por um pouco: quanto tempo aquele pássaro levará para se debater tentando fugir da arapuca antes de parar de lutar e admitir que realmente precisa de alguém mais forte do ele pra libertá-lo da arapuca? Quanto tempo você vai demorar se debatendo desesperadamente com seus problemas tentando resolve-los com sua força de vontade antes de admitir que: "É Ele quem o livrará do laço do caçador?"

A segunda figura é a figura de uma pessoa que foi picada na perna por uma víbora de peçonha mortal e que para não morrer precisa de alguém que ponha a boca sobre a picada e sugue o veneno antes que se espalhe pela corrente sanguínea. Pense por um pouco: quanto tempo uma pessoa assim vitimada levará tentando levar a boca ao próprio tornozelo antes de parar de lutar e admitir que realmente precisa de alguém com mais flexibilidade e acesso que ele para alcançar lugares e realizar tarefas que ele definitivamente não pode fazer, alguém que livrá-lo da morte.

Quanto tempo você vai demorar se contorcendo e lutando para usar o máximo de sua flexibilidade e jogo de cintura lutando para o veneno enviado contra você não te atinja antes de admitir que: "É Ele quem o livrará do... veneno mortal...?"

A terceira figura é a figura de uma galinha que para no meio do quintal quando a chuva vem e chama a si os seus pintinhos e cada um deles vem e se esconde da chuva debaixo das asas de sua mãe. A questão é que se a chuva cair sobre a penugem frágil do pintinho o encharcará rapidamente diminuindo sua temperatura e produzindo a morte em pouco tempo, enquanto que debaixo das asas se sua mãe terá um telhado impermeável enquanto se mantém aquecido pelo calor do corpo de sua mãe.

Pense por um pouco: quanto tempo um pintinho rebelde, auto-suficiente e controlador vai suportar a força depressora da chuva e do frio tentando com seus escassos recursos manter a si mesmo seco e aquecido antes de para de lutar e admitir que tem sido um pintinho estúpido e que precisa da cobertura e do calor da mãe galinha.

Quanto tempo você vai demorar tentando ser sua própria cobertura e produzir sua própria energia espiritual antes de admitir que: "...é Ele quem o cobrirá com as suas penas, e debaixo das asas d'Ele você encontrará refúgio..."

Depois de nos presentear com estas três figuras riquíssimas o texto nos faz entender que é na fidelidade dele que devemos confiar e não em nossa própria fidelidade, isso nos faz pensar que muitas vezes deixamos de confiar na fidelidade de Deus porque nós não conseguimos ser fieis, mas Ele é fiel mesmo quando somos infiéis, pois não pode negar a si mesmo. Hoje Deus lhe fala com carinho que é Ele e não você!!!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

liderar ou liderar

Liderar ou liderar: Eis a questão! Compartilhando com nobres amigos e irmãos a preocupação latente sobre o papel do líder, seja politico, religioso ou de apenas um bairro não importa. Em toda organização, seja na mais simples agremiação ou mesmo na presidência de um país, o líder sempre representa um modelo para a sua comunidade. Muito mais do que se imagina, esses dirigentes têm exercido forte influência nos contornos da história e na modelagem do caráter das pessoas. Hoje, o que mais conta não são as palavras que dizem, mas as atitudes que tomam, as quais representam a mais eloquente forma de comunicação. O poder se transformou num jogo no qual prevalece astúcia e dissimulação. Os atos são encobertos com cortinas de fumaça e a busca do momento certo para atacar é constante. Não se fazem embates claros e objetivos de ideias, optando-se, muitas vezes, por exibir publicamente as mazelas dos oponentes para excluí-los. Atualmente observa-se que uma parcela considerável da população está se afastando dos padrões mais austeros de retidão do caráter, passando a aceitar, como normais, desvios de conduta e, dessa forma, fazem parte do jogo de interesses que lhes é dado perceberem. Manter-se na posição de Líder é o que importa, sejam quais forem os meios empregados. Muitos líderes utilizam-se de atitudes de astúcia e fingimento, se fazendo de bonzinhos para conquistar a confiança das pessoas e alcançar o poder. E ao chegarem ao topo, rapidamente desarticulam e desorganizam toda a estrutura para atingir seus objetivos de dominação, provocando estragos de monta nem sempre perceptíveis no curto prazo. Apenas com o passar do tempo é que se constatará o nível de perdas provocadas pelo veneno da deterioração moral, e pelo desânimo e falta de esperança provocada. Na luta pelo poder, os líderes não percebem que passam a demonstrar fraquezas e, com isso, perdem autoridade. Suas ordens tumultuam o ambiente de forma a que os subordinados deixam de respeitá-los e tudo se encaminha para o caos. Muitas decisões que deveriam ser tomadas rapidamente ficam se arrastando, até perderem a sua eficácia. O general chinês Sun Tzu recomendava aos comandantes que não perdessem o controle emocional e não se deixassem levar pela cólera, pois assim seriam ludibriados pelo inimigo através de provocações e cairiam em emboscadas sem perceber. Pois, exatamente esse elementar princípio não tem sido observado por muitos dirigentes da atualidade, os quais estão tomando decisões impulsivas, que nada solucionam, mas causam sofrimento e dores que poderiam ser evitados. Como membros da sociedade humana, ansiamos em participar de algo maior que seja compartilhado e não fique restrito a uma minoria. O senso de comunidade que já tivemos acabou se perdendo ao longo do tempo com a redução do comportamento ético e moral de muitos líderes que puseram de lado o bem comum e a solidariedade, visando e priorizando objetivos pessoais. Não será de estranhar se esses líderes não conseguirem visualizar soluções duradouras para as questões humanas, permitindo a gestação de conflitos que poderão crescer e atingir proporções globais. O lado positivo é que a turbulência dos acontecimentos fará com que tudo seja mostrado claramente sob a luz da verdade, derrubando as maquinações astutas. No intrincado jogo do poder, os conflitos e as perdas tendem a se agravar, não sobrando energia para cuidar da melhora geral. Com o agravamento das turbulências, toda pessoa, em cargo de liderança, deverá manter a serenidade, buscando o aprimoramento próprio, mas também contribuindo para o benefício dos que estão ao seu redor, e consequentemente, da agremiação que dirige, propondo soluções que conduzam para uma estabilidade duradoura, porque de imediatismos o inferno está cheipastorjarbas2@hotmail.como

terça-feira, 2 de agosto de 2011

now thats

Now That's a Uniform

As a fan of Friday Night Lights and the character of Tyra on said show, Miss Adrianne Palicki has my good will going into her new venture and, yes, I will be tuning in to watch the David E. Kelley reboot of Woman Woman. However, after seeing the new costume (left), I have one worry: Is she really going to run in that bustier? I've worn strapless dresses with the same decolletage in weddings, and let me tell you, one, good "throw your hands up and shout!" and Hello, ladies! One can only hope that this version is the "Formal Ceremony" uniform other than the everyday, work version. Like, you know, the Marine Corps "dress blues" and the Navy's "dress whites". Because regardless that sister is a mythological, Amazonian princess, she's going to be spending a lot of time trying to keep the girls in place and her top up. Not to mention that running in spiked boots will hamper speed and agility, and her ability to do the job to her fullest capabilites. As a modern Wonder Woman, she'd be thinking about these things...at least, her female audience would.

asmodeus

Asmodeus ou as políticas do demo!

“O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Toda a vida espiritual, intelectual, parada. O tédio invadiu todas as almas. A mocidade arrasta-se envelhecida das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína económica cresce, cresce, cresce. As quebras sucedem-se. O pequeno comércio definha. A indústria enfraquece. A sorte dos operários é lamentável. O salário diminui. A renda também diminui. O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.”

Corria o ano de 1871 e apareciam nas bancas lisboetas uns opúsculos de capa alaranjada ornamentados com o diabo de Asmodeus ostentando o título As Farpas. Nela figuravam os nomes de Eça de Queiroz e de Ramalho Ortigão. Da primeira publicação destes caderninhos de cerca de 100 páginas transcrevi a parte acima descrita, à laia de introdução, pela acutilância e pela incrível actualidade que as palavras dos autores contêm.

Porque efectivamente o Estado é um ladrão e um inimigo que se alimenta dos impostos dos contribuintes sem funcionar como garante de serviços de qualidade: na saúde, na educação, na justiça.

Porque efectivamente “a ruína económica cresce, cresce, cresce”. Os senhores que elegemos nos idos de 2005 têm vindo a gerir mal, muito mal os recursos do País, os institutos, as fundações e as empresas públicas: refers, metros, taps, rtps. E depositado uns milhares de euros nos bpns e nos bpps. Porque o Banco Central Europeu empresta dinheiro aos bancos com juros que rondam o um por cento e estes, por sua vez, compram a dívida portuguesa e impõem um juro que já ultrapassa os oito. No ano passado, bcp, bpi e bes lucraram três milhões por dia! Aí Eça! Ai Ramalho! “alguns agiotas felizes exploram”.

E com que legitimidade? Com que legitimidade prometem criar cento e cinquenta mil novos postos de trabalho e, pelo contrário, vemos o desemprego subir a galope? Vivemos num País que apresenta seiscentos e vinte mil desempregados! A que se somam os inactivos disponíveis e o sub-emprego perfazendo os setecentos e setenta mil!!

E com que legitimidade se corta nas pensões? Nos abonos de família? Nos ordenados?

Com que legitimidade nos propõem medidas de austeridade sucessivas: pec 1, pec 2, pec 3 e pec 4?

Houve quem por nós tentasse defender o tão apregoado interesse nacional, porém já quase “ninguém crê na honestidade dos homens públicos”. É por isso preciso continuar a falar alto e em bom som para que a luta não esmoreça e o povo ainda acredite.

Depois do parlamento dissolvido, vivemos com uma comissão permanente que muito pouco ou nada pode fazer e já, já vamos para eleições. Abdicando da propaganda eleitoral podem poupar-se cerca de cinco milhões e meio de euros e – quanto ao que tanto apoquenta Portugal – sabemos que a resposta relativa à ajuda externa pode esperar.

A partir de 5 de Junho poderá espetar a sua farpa bem fundo na urna de voto! Não dê razão a Eça. Não dê razão a Ortigão. Não deixe que o tédio invada todas as almas. Para si leitor de bom-senso, para parte da mocidade que se arrasta nas mesas do café, para si membro da geração à rasca, para si seja lá quem for:

sabio

guerreiros

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