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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

liderar ou liderar

Liderar ou liderar: Eis a questão! Compartilhando com nobres amigos e irmãos a preocupação latente sobre o papel do líder, seja politico, religioso ou de apenas um bairro não importa. Em toda organização, seja na mais simples agremiação ou mesmo na presidência de um país, o líder sempre representa um modelo para a sua comunidade. Muito mais do que se imagina, esses dirigentes têm exercido forte influência nos contornos da história e na modelagem do caráter das pessoas. Hoje, o que mais conta não são as palavras que dizem, mas as atitudes que tomam, as quais representam a mais eloquente forma de comunicação. O poder se transformou num jogo no qual prevalece astúcia e dissimulação. Os atos são encobertos com cortinas de fumaça e a busca do momento certo para atacar é constante. Não se fazem embates claros e objetivos de ideias, optando-se, muitas vezes, por exibir publicamente as mazelas dos oponentes para excluí-los. Atualmente observa-se que uma parcela considerável da população está se afastando dos padrões mais austeros de retidão do caráter, passando a aceitar, como normais, desvios de conduta e, dessa forma, fazem parte do jogo de interesses que lhes é dado perceberem. Manter-se na posição de Líder é o que importa, sejam quais forem os meios empregados. Muitos líderes utilizam-se de atitudes de astúcia e fingimento, se fazendo de bonzinhos para conquistar a confiança das pessoas e alcançar o poder. E ao chegarem ao topo, rapidamente desarticulam e desorganizam toda a estrutura para atingir seus objetivos de dominação, provocando estragos de monta nem sempre perceptíveis no curto prazo. Apenas com o passar do tempo é que se constatará o nível de perdas provocadas pelo veneno da deterioração moral, e pelo desânimo e falta de esperança provocada. Na luta pelo poder, os líderes não percebem que passam a demonstrar fraquezas e, com isso, perdem autoridade. Suas ordens tumultuam o ambiente de forma a que os subordinados deixam de respeitá-los e tudo se encaminha para o caos. Muitas decisões que deveriam ser tomadas rapidamente ficam se arrastando, até perderem a sua eficácia. O general chinês Sun Tzu recomendava aos comandantes que não perdessem o controle emocional e não se deixassem levar pela cólera, pois assim seriam ludibriados pelo inimigo através de provocações e cairiam em emboscadas sem perceber. Pois, exatamente esse elementar princípio não tem sido observado por muitos dirigentes da atualidade, os quais estão tomando decisões impulsivas, que nada solucionam, mas causam sofrimento e dores que poderiam ser evitados. Como membros da sociedade humana, ansiamos em participar de algo maior que seja compartilhado e não fique restrito a uma minoria. O senso de comunidade que já tivemos acabou se perdendo ao longo do tempo com a redução do comportamento ético e moral de muitos líderes que puseram de lado o bem comum e a solidariedade, visando e priorizando objetivos pessoais. Não será de estranhar se esses líderes não conseguirem visualizar soluções duradouras para as questões humanas, permitindo a gestação de conflitos que poderão crescer e atingir proporções globais. O lado positivo é que a turbulência dos acontecimentos fará com que tudo seja mostrado claramente sob a luz da verdade, derrubando as maquinações astutas. No intrincado jogo do poder, os conflitos e as perdas tendem a se agravar, não sobrando energia para cuidar da melhora geral. Com o agravamento das turbulências, toda pessoa, em cargo de liderança, deverá manter a serenidade, buscando o aprimoramento próprio, mas também contribuindo para o benefício dos que estão ao seu redor, e consequentemente, da agremiação que dirige, propondo soluções que conduzam para uma estabilidade duradoura, porque de imediatismos o inferno está cheipastorjarbas2@hotmail.como

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